segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Manutenção da suspensão a ar

As molas pneumáticas substituem os feixes de molas utilizados na suspensão convencional e precisam de manutenção periódica para conseguir a melhor eficiência do componente.

Estabilidade, segurança e conforto são requisitos fundamentais para um motorista de caminhão, que roda milhares de quilômetros por dia carregando as nossas riquezas pelos mais diferentes tipos de estrada, muitas cheias de buracos, lombadas e irregularidades. Por isso, ter um sistema de suspensão eficiente e robusto é tão necessário nesses veículos, para absorver as trepidações, impactos e desgastes dos componentes sofridos devido ao peso da carga transportada.

Uma opção indicada para caminhões e muitoutilizada nos ônibus é a suspensão pneumática, na qual molas em formato de balão de ar substituem os feixes de molas encontrados no tipo convencional. Sua função é suportar o peso da carga e absorver a energia gerada pelas irregularidades do solo. Esse impacto é sentido pelos pneus e transmitido para as molas que transforma essa energia de impacto em calor, pela compressão de ar dentro da mola pneumática, ou seja, do bolsão de ar. Então, o ar é liberado, determinando a freqüência de vibração do veículo, que quanto mais baixa, maior o conforto.

A suspensão pneumática, ou a ar, como é conhecida, está sendo incorporada aos poucos em caminhões e carretas, como peça de reposição, principalmente, nos veículos que transportam cargas frágeis e pesadas. De acordo com Daniel Nicolini, gerente de Contas – Molas Pneumáticas da Goodyear, a suspensão a ar instalada em um ônibus, por exemplo, permite que a distância entre o chão e o degrau seja constante, independente da variação do número de passageiros, gerando conforto, estabilidade e melhor dirigibilidade.

“Esse sistema permite adequar e nivelar a carga transportada, o que reduz as trepidações e protege a mercadoria. O desgaste dos pneus é reduzido, a regulagem dos faróis não é tão afetada pelas irregularidades do solo e os instrumentos eletrônicos são protegidos. A suspensão pneumática tem custo de manutenção mais baixo e não requer lubrificação nas articulações”, completa.

Por proporcionar uma rodagem mais suave, a suspensão a ar é empregada também em vagões ferroviários e de metrô, diz John Edwin Keith Young, gerente de Vendas da Fipil (unidade da Bridgestone responsável pela fabricação de molas Pneumáticas).

“Os mesmos bolsões pneumáticos (ou foles) podem ser usados em automóveis e utilitários, principalmente como auxiliares das molas de aço do eixo traseiro para compensar a inclinação do veículo causada pela carga do porta-malas ou pelo reboque”, alerta.
Os fabricantes explicam que é possível adaptar uma suspensão a ar em caminhões originalmente equipados com molas, para isso é necessária a utilização dos “kits” de suspensão a ar.

Além da bolsa de ar, outros componentes constituem a suspensão pneumática, sejam mecânicos e os pneumáticos. Os itens mecânicos são suporte dianteiro, viga principal, barras tensoras, mola parabólica, bolsão, amortecedor, suporte inferior dos bolsões e peças pequenas como grampos, suportes e grampo de eixo, que pode perder o aperto e causar a quebra da mola.

As buchas são trocadas quando apresentam desgaste visual, escoa do compartimento, por isso é muito importante torquear corretamente. O amortecedor especial, com stop hidráulico, absorve o impacto e segura a suspensão para baixo para não rasgar o bolsão.
As outras peças fazem parte do pacote pneumático do conjunto, como reservatório de ar exclusivo, válvula de suspensão, válvula de proteção - que impede o retorno do o ar do sistema -, válvula niveladora e mangueiras.

Existem os tipos de suspensão a ar com mola Z para eixo de tração e com braço rígido para carreta ou até 3º eixo. “Deve-se ficar muito atento para aplicação correta do sistema”, afirma Adelino Adilson de A. M. Correa, engenheiro mecânico da HBZ Sistema de Suspensão a ar.

Manutenção fácil e necessária

Conforme as explicações dos fabricantes, a manutenção do sistema de suspensão pneumática é rápida e simples, mas precisa ser feita regularmente, para garantir a eficácia do conjunto e a durabilidade dos componentes. O procedimento inicia com a inspeção visual, sem que a bolsa esteja inflada.

“Veja se não há contato entre a bolsa e outros componentes do sistema para evitar fricção. As válvulas niveladoras devem ser limpas e os parafusos reapertados com o torque indicado. Verifique os amortecedores em relação a vazamentos e o estado dos conectores e das tubulações. A limpeza da bolsa deve ser realizada com sabão neutro e água, evitando o uso de solventes, abrasivos e vapor pressurizado”, esclarece Nicolini.

Além disso, de acordo com Young, é necessário revisar o diâmetro externo da bolsa em relação a rachaduras e desgastes irregulares, e verificar se há espaço suficiente ao redor da mola quando estiver inflada. Veja ainda se a suspensão está trabalhando na altura correta, estipulada pelo fabricante do veículo geralmente dentro de uma margem de ¼ de polegada. As válvulas niveladoras devem ser inspecionadas e limpas, a substituição é feita somente quando necessário.

Ainda na hora da manutenção os fabricantes recomendam que o técnico bloqueie a suspensão e verifique se há desgaste irregular ou acúmulo de sujeira na parte flexível (bolsa). Se for necessário efetuar a limpeza utilize Limpe, se necessário, com uma solução que não seja derivada de petróleo. Veja se há acúmulo de sujeira na base inferior.

As empresas também afirmam que se as manutenções períodicas forem realizadas dentro do prazo, os usuários usufruem dos benefícios por tempo indeterminado. Eventuais problemas são causados por fatores externos como objetos que perfuram, sujeira, pedrinhas que ficam na parte de cima e deteriora a peça.

Os problemas mais comuns, de acordo com o técnico da HBZ, são vazamentos de ar, problemas na altura do veículo – quando o motorista desregulam a válvula e aumenta a altura do trabalho da suspensão, acima do fabricante - , e nos amortecedores que sofrem de super esforço.

Para remover a suspensão

1) O primeiro passo do procedimento para remover uma suspensão dianteira é calçar o veículo e retirar as rodas.

2) Em seguida solte a haste vertical da válvula niveladora da travessa inferior de apoio das bolsas e levante a haste até a abertura máxima do amortecedor. Observação: não mexa na válvula niveladora para não desregular a altura de trabalho, determinada pelo fabricante.

3) Coloque um cavalete para sustentar a travessa de fechamento do chassi e abaixe a haste da válvula niveladora até retirar todo o ar das bolsas.

4) Retire a mangueira de entrada de ar da bolsa, pressionando o elo de trava da conexão para dentro e puxe o tubo para fora.

5) Solte parafusos para retirar o bolsão do suporte e retire a peça.

Hora da instalação

A recomendação mais importante dos fabricantes para preparar a instalação de uma mola pneumática é utilizar as ferramentas e os equipamentos adequados para efetuar um reparo de qualidade e de forma segura, além de ler o manual de serviços do fabricante. Os componentes que apresentarem avarias devem ser necessariamente trocados. Alguns itens devem ser verificados:

• O estado da haste e acoplamento da válvula de nivelamento.

• Sinais de desgaste nos amortecedores.

• Presença de rachaduras ou outros danos nas tubulações de ar.

• Desgaste ou danos nas molas ou nos suportes, assim como em todas as outras partes da suspensão.

• Possíveis obstáculos ou cantos pontiagudos ao redor da mola.

• Limpe as placas de fixação.

• Sempre utilize parafusos de fixação novos na instalação.

• Verifique se a haste de nivelamento está funcionando adequadamente.



Inspeção do produto antes da instalação


Suspensão a ar é indicada para transporte de cargas frágeis e pesadas


Atenção especial na instalação do novo produto


Verifique se há rachaduras antes de colocar as mangueiras


A válvula reguladora deve estar limpa para a instalação

Video Oficial – Novo Actros

Achei este video,o qual mostra bem detalhadamente o caminhão,assim como seu interior,opções de cabine,cores,internas e externas,o caminhão fico muito filé mesmo,eu quero um desse *—* :D

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=_Ef7vsAFY7g

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

sábado, 12 de novembro de 2011

Ford Cargo 1932 Shelby Truck

Ford Cargo 1932 Shelby Truck - O Shelby Truck é um cavalo-mecânico novo Cargo 1932 com visual esportivo, criado para “enfeitar” o estande da Ford e mostrar as possibilidades de customização da linha Cargo. Tem pintura especial na cor laranja e faixas pretas inspiradas no Mustang Shelby. Além do chassi todo carenado, traz spoilers na traseira e no teto, escapamento esportivo com dois tipos de ronco, freios a disco duplo ventilado, suspensão rebaixada e pneus de perfil baixo. O interior leva revestimento na cor preta, bancos esportivos tipo concha, volante esportivo e tapetes bordados. O motor é um Cummins com tecnologia SCR de 416 cv e transmissão sincronizada, com 13 velocidades.





Ford Cargo 2012:

                    Ford Cargo 2012: Finalmente uma cabine nova                                      


A Ford lançou na semana passada o novo Cargo, que por enquanto irá ser oferecido em versões superiores, enquanto as mais "urbanas" continuam com a frente antiga. A carroceria foi baseada no modelo turco para economia de desenvolvimento da cabine que segue a tendência iniciada pelo Constellation que integra o desenho da cabine e dos para-choques como se fosse uma única peça e dando um visual mais harmônico e moderno, se bem que à primeira vista lembre os antigos cara-chata da marca dos anos 60. Segundo a Ford os caminhões, que atendem a faixa de 13 a 31 toneladas de peso bruto total, e com capacidade máxima de tração de até 63 toneladas, são o resultado de um projeto global que foi desenvolvido nos estúdios de design e centro de engenharia de Camaçari, Bahia, e de São Bernardo do Campo e Tatuí, em São Paulo, com intensivo suporte das unidades dos Estados Unidos e Europa. A sua concepção teve como base as pesquisas e os testes realizados na América do Sul, o que resultou num produto apto para diferentes mercados, segundo a marca.
O caminhão virá bem equipado com muitos detalhes e itens de conveniência, tanto os oferecidos de série quanto os opcionais. Há pontos a lamentar como a escolha pelas lanternas "Mercedes" que equipam desde o chassi-cabine da Sprinter passando pelos médios, semi-pesados e pesados da marca que ganham dois refletores a mais. E isso ainda inclui os onipresentes ônibus urbanos Marcopolo Torino produzidos na década de 90. Uma oportunidade perdida para se incluir nas novidades farois e lanternas em LED´s que são econômicas e duráveis e se a meta era economizar no desenvolvimento do produto, foi uma economia porca.
Mas em compensação os mimos e atenção para o para o motorista não foram dispensados, a começar pela opção de travamento de portas global por comando remoto e quando o veículo atinge a velocidade de 8 km/h e espelhos com opção de serem ajustados eletricamente. A chave vem com o Sistema Global de Segurança antifurto da Ford (PATS), dotado de código eletrônico, que também permite que o motorista faça o bloqueio eletrônico do caminhão por meio de um código numérico. E para os cavalos mecânicos vem um inédito espelho retrovisor do lado direito ajustado para se obter uma visão do que se passa no solo eliminando esse ponto cego durante uma manobra.
Os comandos dos piscas, farol alto, buzina, lavador e limpador do para-brisas, reunidos numa única alavanca multifuncional, contribuem para que o motorista mantenha a atenção na pista. A vareta de óleo do motor fica protegida sob o capô, fechado com chave. A acomodação do macaco, triângulo e chave de roda sob o banco do passageiro, em um compartimento específico e revestido, aumenta a segurança, facilita o acesso e também evita a geração de ruídos.
O caminhão ainda traz um sistema de freios mais aprimorado e seguro, com uma unidade processadora de ar, composta por secador de ar, regulador de pressão, válvulas de proteção de multicircuitos (6 vias) e limitadores de pressão que contribui para o funcionamento seguro dos sistemas pneumáticos, viabilizando roteiros de tubulações mais simples. No modelo anterior, a válvula de quatro vias e secador de ar não eram unificados. No painel, a manopla do freio de estacionamento e o manetim (freio da carreta) ficam lado a lado, em posição ergonômica e de fácil acesso. Outra novidade é a “pedal box”, que incorpora os pedais de freios e embreagem, com todos os agregados. “O sistema de freios do Novo Cargo está tão bem dimensionado que a sensação é a mesma de dirigir um carro. Além de atender a todos os requisitos de segurança e qualidade, ele aumenta o conforto. As novas tecnologias e ferramentas globais de desenvolvimento da Ford, somadas à experiência dos fornecedores, ajudaram a tornar o projeto robusto”, afirma João Filho, engenheiro-chefe de Desenvolvimento do Produto de Caminhões da Ford.
As vias adicionais da válvula de ar alimentam o sistema de suspensão do banco, o ajuste pneumático da coluna de direção, o freio-motor e permitem outras funcionalidades, como o enchimento de pneus e limpeza da cabine, sem interferir no sistema de freios, que conta com vias específicas para o freio dianteiro, traseiro, de estacionamento e da carreta.
“É comum os usuários fazerem uma bifurcação nos sistemas de ar comuns para limpar a cabine, o que não é recomendado por questão de segurança. Pensando nisso, a cabine do Novo Cargo conta com uma saída de ar específica para esse fim, sem interferir no sistema principal”, explica Sílvia Fioravanti, engenheira de Desenvolvimento de Freios da Ford. O sistema de freios possui nova válvula de seis vias e tubulações simplificadas, com canais independentes para os freios dianteiro, traseiro, de estacionamento e da carreta, livres de interferência dos acessórios.
A nova linha de motores é compostade de quatro versões de motores Cummins que são os seguintes:
O 3.9 ISB 170, de quatro cilindros em linha e injeção eletrônica Common Rail, com 170 cv e torque de 61,2 Kgm/f para os Cargo 1317, Cargo 1517, Cargo 1717;
O 5.9 ISB 220, de seis cilindros em linha e injeção eletrônica Common Rail, com 220 cv e torque de 83,6 Kgm/f para os Cargo 1722, Cargo 2422, Cargo 2622;
O 5.9 ISB 275, de seis cilindros em linha e injeção eletrônica Common Rail, com 275 cv e torque de 96,8 Kgm/f para os Cargo 2428, Cargo 2628;
E o 8.3 ISC 315, de seis cilindros em linha e injeção eletrônica Common Rail, com 320 cv e torque de 131,3 Kgm/f e para os Cargo 3132, Cargo 1932R e Cargo 1932.
Agora caros leitores, quando esse escriba escrever que determinado carro tem torque de caminhão, saberão que não é exagero e muito menos excesso de entusiasmo. E para transmitir toda essa força para as rodas o caminhão recebeu as novas transmissões Eaton das famílias FS, de seis marchas com primeira sincronizada, e FTS, com 13 marchas, totalmente sincronizadas. Todos os modelos trazem ainda embreagem mais robusta e durável e novo acionamento da transmissão por cabo, que torna os engates mais leves, suaves e precisos.
O diagnóstico do motor é de alta precisão devido à inclusão de um visor digital no painel de instrumentos que informa os códigos de falha. A caixa de fusíveis é localizada no painel do lado do passageiro, oferecendo fácil acesso. A limpeza do para-brisa é facilitada por duas alças sob o vidro e apoio para o pé no para-choque. “A Ford investiu alto nesse produto, desde a fase de projeto e testes até o processo de manufatura, em parceria com fornecedores. Esse cuidado e a atenção do time de engenharia da Ford Caminhões visaram a entregar tudo o que o cliente precisa”, afirma João Filho. O basculamento da cabine é feito por um avançado sistema hidráulico, que exige menor esforço e oferece um ângulo de abertura maior para acesso ao motor. A nova coluna de direção, com sistema “lube-for-life”, dispensa a lubrificação por graxeiras.
“Este é o principal lançamento do ano no segmento de veículos comerciais e com a linha do Novo Ford Cargo 2012 a nossa previsão é crescer neste mercado. Passamos a oferecer a cabine-leito, versão inédita na Ford, e os nossos modelos ganharam mais competitividade e estão entre os mais modernos do mundo", afirma Oswaldo Jardim, diretor de Operações de Caminhões da Ford América do Sul.
“Nossas pesquisas mostraram que os clientes ficaram satisfeitos com a nova linha. Tradicionalmente, sempre estivemos entre os principais do mercado e vamos dinamizar ainda mais nossas operações. Oferecemos tudo que o nosso cliente precisa: design, qualidade, desempenho, funcionalidade, versatilidade e serviços. No Brasil, por exemplo, temos 134 distribuidores exclusivos de caminhões perfeitamente aparelhados. Por todos esses aspectos, posso dizer que o Novo Ford Cargo é o lançamento do ano em veículos comerciais", conclui Oswaldo Jardim.
O painel de instrumentos tem velocímetro separado do tacógrafo, de fácil visualização. Diversas luzes de advertência e com aviso sonoro foram incorporadas e o painel mantém-se iluminado em todo o momento, mesmo quando as luzes estão desligadas, na cor Ice Blue. Também há uma central de informações digitais.

Suspensão na cabine, coluna de direção com ajuste pneumático, chave com código eletrônico antifurto, vidros elétricos de série e a opção de bancos com suspensão pneumática extra-conforto, travas e retrovisores elétricos são algumas das novidades.
O Novo Cargo também vem equipado com vidros elétricos de série e a opção de travas e espelhos elétricos. Traz ainda luzes de leitura individuais, acendedor de cigarro, tomadas de 12V e 24V, ponto de ar comprimido para limpeza da cabine, preparação para instalação de som e diversos porta-objetos.
A abertura das portas é de grande amplitude, facilitando o acesso. Os degraus de acesso à cabine são robustos e funcionais e têm piso antiderrapante, com grade vazada em formato colmeia que evita o acúmulo de sujeira. Acima, o espelho extra para facilitar as manobras do cavalo-mecânico.

Na área frontal, destaca-se um conjunto de grades superior e inferior, com desenho característico da marca Ford, com uma tela ao fundo em estilo colmeia. Dois amplos defletores aliam efeito visual de movimento e contribuem para criar um fluxo de ar nas laterais da cabine ajudando a manter as portas limpas.
A nova linha é formada pelos modelos Cargo 1317, Cargo 1517, Cargo 1717, Cargo 2622, Cargo 2628, e Cargo 3132, com cabine-regular; e Cargo 1722, Cargo 2422, Cargo 2428, Cargo 1932R e Cargo 1932, com cabine-regular ou cabine-leito.
A lateral da cabine é limpa e fluída, com ausência de frisos e recortes. Aspecto funcional também foi aplicado na tomada de ar do motor, que fica protegida sob o capô, liberando espaço. A cabine ganhou válvulas de ar na traseira, para renovação do ambiente mesmo com os vidros fechados.
Outra novidade é o eixo traseiro 6x4, da Arvin Meritor, com carcaça mais robusta que visa a durabilidade. A suspensão dianteira foi calibrada para o conforto, junto com a suspensão da cabine. Os manômetros de freio, elétricos e individuais (motores de passo), agora com maior precisão, com aviso de baixa pressão para cada circuito e ponteiros indicadores.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

NOVO IVECO STRALIS AS É O DESTAQUE DA LINHA ECOLINE, A NOVA GERAÇÃO DE PRODUTOS IVECO QUE CHEGA A PARTIR DE 2012

• Maior, mais potente e luxuosa, nova família Stralis AS atende ao Proconve P7 (Euro V) e apresenta reduzido consumo de combustível.

• Dimensões portentosas resultam em cabine com vasto espaço interno, na qual se destaca um novo e exclusivo painel de instrumentos.

• Com novas motorizações de 560, 480 e 440cv e versões 4×2, 6×2 e 6×4, o Iveco Stralis AS vem com transmissão ZF automatizada de série.

A Iveco, empresa de caminhões que mais cresce no Brasil, surpreende o mercado ao apresentar na Fenatran 2011 o novíssimo Iveco Stralis AS, de Active Space, seu maior, mais potente (560cv) e mais luxuoso caminhão no segmento de veículos extrapesados. O modelo traz com exclusividade mundial um novo painel e um novo interior de beleza, ergonomia e conforto incomparáveis em seu segmento. Essa nova família Iveco começa a ser vendida a partir de 2012 com três opções de motorização que atende ao Proconve P7 (Euro V), o que significa que também emite menos gases poluentes e materiais particulados na atmosfera.
Sétima família de caminhões da Iveco no Brasil, o Iveco Stralis AS é o primeiro de uma nova geração de produtos Iveco dentro da linha ECOLINE, com a qual a empresa renovará toda a sua atual gama de produtos, que já é a mais moderna do mercado. “Serão caminhões ainda mais confortáveis e robustos, com motores perfeitamente adaptados ao Brasil, com maiores potências, melhor performance e menor consumo de combustível”, explica Marco Mazzu, presidente da Iveco Latin America. “Lançamos seis famílias de caminhões entre 2007 e 2011 e agora renovaremos todas outra vez, pois temos um compromisso com a inovação e a modernidade em favor do cliente”.
A nova geração ECOLINE da Iveco inclui novas cabines, novos interiores, modificações mecânicas de chassi, suspensão e novos sistemas elétricos e pneumáticos que, depois de serem exibidos na Fenatran, serão lançados no mercado ao longo de 2012. Estão previstas mais de 140 versões dos vários modelos da marca. O Iveco Stralis AS é a primeira estrela dessa nova gama, com a qual a Iveco pretende manter sua trajetória de sucesso iniciada em 2007, quando partiu de um market share de menos de 4% para mais de 9% hoje. As vendas da empresa cresceram cinco vezes desde então.
Todas as famílias ECOLINE serão produzidas no Brasil, o que significa que os veículos poderão ser financiados pelo Finame. Serão importadas apenas algumas versões para aplicações especiais.
NOVOS PADRÕES DE IMPONÊNCIA E ESPAÇO INTERNO
O Iveco Stralis AS justifica seu nome por extenso: Active Space. Ele traz ao Brasil a maior cabine de veículos extrapesados Iveco, projetada para oferecer o máximo em espaço interno e comodidade ao motorista e ocupantes. Em sua versão teto alto, ela mede 3.820mm de altura e 2.500mm de largura, sendo 220mm mais alta e 200mm mais larga que o modelo teto alto do Iveco Stralis atual (que continua em produção na linha ECOLINE). O Iveco Stralis AS traz também uma versão teto médio, com os mesmos 2.500mm de largura e 3.347mm de altura.
Aerodinâmica, a cabine tem forte familiaridade com o Iveco Stralis atual (que já é um dos mais bonitos caminhões do mercado), mas é mais impactante devido às suas dimensões. Comparado ao modelo atual, as diferenças mais visíveis estão na grade dianteira, com uma entrada de ar a mais, e nos defletores de ar laterais maiores (com cinco divisões), que colaboram para a redução do consumo de combustível. Os para-lamas são integrados nas laterais da cabine e pintados na cor da carroceria. O desenho das portas traz um relevo sinuoso, que se harmoniza aos para-lamas. No conjunto, as linhas reforçam uma imagem de força e elegância.
Para facilitar a entrada ao interior, cujo piso é mais elevado em comparação à linha Stralis atual, o modelo ganhou um novo degrau: agora são quatro (contando o patamar de acesso). Detalhe: quando as portas se abrem, os degraus ficam iluminados por 30 segundos, fator de segurança durante operações noturnas. Outro detalhe de segurança é a cobertura do degrau superior. Há um espelho frontal para facilitar manobras. O para-brisa é bem mais amplo, acompanhando a maior largura do modelo. Os bancos do motorista e passageiro têm apoia-braços, ajuste lombar e cinto de segurança integrado. Têm também suspensão pneumática (o do motorista pode ser ajustado pneumaticamente na altura).
O conforto é uma característica do Iveco Stralis AS. O vasto espaço interno amplia a sensação de bem-estar. Tecidos e materiais mais nobres e resistentes são usados nas forrações, bancos e portas, confeccionados em duas cores (preto e caramelo). O espaço entre os bancos é plano e sobre ele uma pessoa de até 1,90m pode ficar em pé sem tocar a cabeça no teto. O modelo vem com uma ou duas grandes e confortáveis camas de colchão inteiriço e espuma de densidade variável. Há luz de leitura na cama inferior e, sob ela, um refrigerador e uma caixa térmica com capacidade para 35 litros. Há, também, uma mesa para refeições e tomada 12 volts para conexão de computador, etc. A suspensão da nova cabine vem com bolsões de ar em quatro pontos independentes, com amortecedores que absorvem as acelerações e oferecem maior conforto ao motorista. O sistema de basculamento da cabine é elétrico, propiciando mais agilidade e modernidade ao veículo.

PAINEL TOTALMENTE REDESENHADO: NOVIDADE MUNDIAL
O novo Iveco Stralis AS introduz no Brasil, com exclusividade mundial, um novo painel de design elegante, envolvente, que faz jus à origem italiana da marca. Confeccionado em duas cores (preto e caramelo), ele garante um grau de sofisticação superior ao habitáculo, que por sua vez vem recheado de detalhes mais comuns a um carro luxuoso: a cortina que recobre o para-brisa tem acionamento elétrico, os espelhos retrovisores elétricos possuem aquecimento antiembaçante, o ar-condicionado é digital e a parte central do painel ainda possui porta-copos e porta-objetos retráteis.
As mudanças no painel são facilmente perceptíveis e começam no volante de novo desenho, que tem detalhes cromados e traz integradas as teclas de comando de acesso e consullta ao computador de bordo e suas várias funções (dados da viagem). Entre elas, a indicação do nível do tanque de ureia (ARLA 32). O computador de bordo ocupa posição central no conjunto de instrumentos e incorpora o econômetro, com o qual é possível verificar o consumo instantâneo de combustível e a pressão do turbo.
O velocímetro, o conta-giros e os indicadores de nível de combustível e de pressão de óleo foram igualmente redesenhados e são rodeados por uma série de luzes-alerta, com ícones de fácil compreensão. No contorno desse conjunto de instrumentos, localizam-se as teclas de acionamento dos faróis (baixo, alto, neblina, retroneblina), do piloto automático e do bloqueio diferencial, que passa a ser eletropneumático com proteção de velocidade.
Imediatamente ao lado direito dos instrumentos, em outro conjunto, encontram-se as teclas de operação do caminhão, como as de acionamento do câmbio automatizado (D, N, R), tecla da condução econômica (ECO), limitador de velocidade, rebatedor elétrico de cabine, luzes internas, etc. No módulo central do painel, posicionado na direção do motorista, para maior visibilidade e facilidade de acesso, estão localizados os comandos de serviços, como o de elevação do terceiro eixo (na versão 6×2), tomada de força, buzina pneumática, etc. Ali também se encontram os comandos do rádio e do ar-condicionado digital.

MOTORES EURO V PERFEITAMENTE ADAPTADOS AO BRASIL
O Iveco Stralis AS vem em três opções de motorização, todas certificadas para o Euro V com a tecnologia SCR (Redução Catalística Seletiva, em português), com pós-tratamento de emissões com o uso do ARLA (agente redutor líquido automotivo) 32 e com maiores potências e reduzido consumo de combustível. Entre as versões está a de 560cv, com 2.500Nm de torque, que chega ao mercado no segundo semestre de 2012. As duas outras motorizações para o mercado brasileiro são de 480cv e 440cv, com 2.250Nm e 2.100Nm de torque, respectivamente, completando, assim, uma nova família de produtos que prima não só pelo tamanho e conforto, mas também pela generosa potência e força de seus propulsores, garantia de condução mais tranquila, segura e de maior produtividade para o operador.
O motor é o conhecido Iveco-FPT Cursor 13, de seis cilindros e 13 litros, com tecnologia Euro V testada e consolidada na Europa. Os motores foram perfeitamente adaptados às condições de uso no Brasil e América Latina em testes de 5 milhões de quilômetros sob as mais duras condições de uso.
Em todos os modelos, o motor está acoplado a uma transmissão ZF de 16 marchas automatizada. O câmbio manual é opcional e tem sistema “single H” (com marchas posicionadas em H sobreposto, o que traz maior conforto e desempenho na condução pelo motorista e simplifica as trocas). O intarder é opcional, com altíssimo poder de frenagem. Outras novidades mecânicas incluem ajustador automático de freios de série e novos opcionais, como entre-eixos de 3.000mm e 3.200mm, suspensão traseira pneumática (opcional) e novo sistema elétrico e pneumático.

Fonte: Iveco

Conhecendo rastreadores para caminhões

Os caminhões hoje em dia são cada vez mais visados para roubos, devido transportar cargas, assim automaticamente tendo muitos prejuízos. Por isso o medo e insegurança dos caminhoneiros são maiores, a melhor forma de ter segurança e não ter perdas de carga ao mesmo tempo, é com rastreadores.

A maioria dos motivos de roubos de caminhões é para se aproveitarem da carga ou para desmanches, devido a isso é essencial que o caminhão tenha localizadores, assim ficará mais fácil para a localização, além de ter os serviços de bloqueadores.

Os bloqueadores impedem que o ladrão possa continuar fazendo uso do automóvel e não consegue desativar o sistema, assim abandonando o veículo, então entra o serviço do localizador e rastreador que irá localizar o caminhão, devolvendo para o verdadeiro dono.

Existem rastreadores para caminhões via satélite e com aparelho a prova d’água, são ficazes e colaboram muito para evitar o risco de ser roubado. Em algumas empresas de rastreamento também tem a garantia nos casos de roubos, o serviço de atendimento 24hrs e atendimento de pânico para que o cliente não tenha risco e/ou possa recuperar seu caminhão e sua carga roubada.

Para ficar seguro e evitar prejuízos a melhor forma é colocar um rastreador em seu caminhão, ele dará mais segurança ao andar pelas ruas e estradas, também podendo em algumas empresas acompanhar seu veículo de algum lugar seguro via internet acessando a área restrita com login e senha.

Géssica Carvalho – Agência D5 Web


Fonte: http://amocaminhoes.com/

Perspectivas 2012 – Ford


Crise de tendência

Enigmático. Assim o diretor de operações de caminhões da Ford, Oswaldo Jardim, define 2012. Após viver um primeiro semestre superaquecido, o mercado de caminhões desacelerou um pouco em agosto e a projeção do mercado total para este ano, que era de 177 mil, foi revista para 174 mil. Para Jardim a crise mundial vivenciada neste momento é muito mais complexa que a de 2008.

“É uma crise de tendência. Não é como há três anos quando foi tirado o fio da tomada e tudo desmoronou. O que temos agora é uma tendência de preocupação.” Jardim não acredita em crescimento nas vendas de caminhões no próximo ano. Acha que 2012 será melhor que 2009-2010, mas não chegará aos níveis de 2011. A projeção passa por uma série de análises, incluindo os problemas econômicos internacionais e a mudança do Euro 3 para o Euro 5, que deve gerar aumento de preço dos caminhões da ordem de 8% a 20%. Na avaliação de Jardim, a desaceleração do crescimento do mercado de veículos pesados sentida neste segundo semestre também pode ser consequência do anúncio de prorrogação dos benefícios do IPI e do PSI, programa de sustentação do investimento, que a princípio terminariam em dezembro.

“É uma medida importante para o setor, mas pode ter gerado postergação da compra antes programada para este fim de ano.”

Apesar de ter concedido férias coletivas em setembro, definidas como ajuste técnico para adequar estoques, a Ford está operando a plena capacidade – 194 caminhões por dia ou 22 por hora em um turno. No fim deste ano e no início do próximo irá parar três semanas por causa da mudança da linha para os produtos com tecnologia Euro 5.

“Todas as fabricantes terão de suspender a produção temporariamente para a mudança de linha. Vamos ter de aguardar a chegada dos novos produtos ao mercado para ver qual será a estratégia de marketing de cada montadora, como os preços serão posicionados”. Segundo o diretor da Ford, a chegada do Euro 5 é como se a indústria brasileira de caminhões começasse do zero. “Muda tudo.”

Na avaliação do executivo, após a Fenatran, que ocorre agora em outubro, o consumidor terá melhor entendimento sobre a nova tecnologia, especialmente a respeito de suas vantagens econômicas, além das ligadas ao meio ambiente. Em alguns casos a economia de combustível pode chegar aos dois dígitos, amortizando o gasto a mais desembolsado por ocasião da compra do produto.

A Ford encerrará este ano com vendas domésticas em torno de 36 mil caminhões, crescimento de 26% sobre os 28,5 mil de 2010. Sua participação até agosto no mercado total de caminhões ficou em 17,6% – tirando os extrapesados, segmento do qual não participa, tem 24,5%. A empresa encerrará o ano com 140 distribuidores, oito a mais do que em 2010.

Urbano. Na área de comerciais Jardim destaca o bom desempenho do utilitário Transit, comercializado no País nas versões de carga e de passageiros. No ano passado a fabricante negociou 2,5 mil unidade do modelo e a expectativa para este ano é chegar a 40 mil. A Ford inclusive está abrindo concessionárias exclusivas para a venda do Transit – já tem uma em Curitiba, SP, e ainda este ano inaugura outra na capital paulista. Na conversa com os distribuidores os dirigentes da Ford têm comentado que o momento envolve uma crise mais psicológica do que real.

A companhia projeta produzir 43 mil caminhões este ano, dos quais 36 mil para o mercado interno e o restante para exportação. Seus principais mercados são Argentina, com a compra de 4 mil unidades em 2011, e Chile – cerca de 800. Jardim acredita que as exportação para o mercado argentino devem manter-se em alta no ano que vem. “A Ford é a segunda marca de caminhões mais vendida lá, com 24% de participação no mercado.”


Fonte: Autodata

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Rodas de alumínio

Além de mais leves, as rodas de alumínio são mais resistentes que as de aço. Em testes de compressão realizados pela Alcoa a roda forjada de alumínio suportou uma carga de 71.200 kg para se deformar em 5 cm. Já uma roda de aço, sofreu a mesma deformação com apenas 13.600 kg. Isto demonstra que a roda forjada de alumínio é pelo menos cinco vezes mais resistente que a roda de aço.


As rodas de alumínio também apresentaram resultados superiores aos das rodas de aço em testes de impacto realizados no Alcoa Technical Center (Pittsburgh). O teste japonês JWL, que segue as especificações CHIGI-15I-15III (Japão), simula um veículo batendo frontalmente sobre um meio-fio a 50 km/h. Para isso, deixa-se cair um peso de 910 kg sobre o conjunto pneu-roda. Enquanto a roda de aço se deforma o suficiente para retirá-la de uso, a roda forjada de alumínio pouco se deforma e é aprovada no teste.


Uma outra vantagem do alumínio é que ele dissipa muito melhor o calor em relação ao aço, garantindo, no caso das rodas, menor desgaste dos pneus e lonas de freio. Em testes conduzidos pela Goodyear Tyre & Rubber Company e Alcoa Wheels International, foram comparadas temperaturas em ônibus rodando em alta velocidade e com freqüentes paradas. Como resultados, foram registradas grandes diferenças de temperatura a favor das rodas de alumínio.


Devido às condições distintas de operação, os resultados podem variar entre uma aplicação e outra. Quando em alta temperatura no sistema de freios, as rodas forjadas de alumínio transmitem o calor para fora, permitindo que o tambor de freio atue mais resfriado que nas rodas de aço. Os testes mostraram que mesmo nas condições severas de operação, o tambor de freio mantém uma temperatura média 30º C menor com o uso das rodas forjadas de alumínio.


Uma outra questão importante é o fato de o alumínio apresentar excelente resistência à corrosão, o que faz com que as rodas confeccionadas com este material nunca precisem ser pintadas e se mantenham com boa aparência por muitos anos.


Mercado
Com tantas vantagens, as rodas de alumínio para ônibus e caminhões já reinam absolutas nos países europeus e nos EUA. No Brasil, Alcoa, Italspeed e Alujet/Alux estão de olho no potencial de crescimento desse mercado.


A mais recente novidade foi a entrada da empresa Alujet - em parceria com a Alux (marca do grupo coreano ASA) - na competição pelas vendas de rodas de alumínio no Brasil. De acordo com o gerente de Marketing da empresa, Luiz Roberto Monteiro, o produto importado da Coréia será destinado ao suprimento de transportadores, frotistas, truck centers e demanda existente. "Detectamos a falta do produto no mercado brasileiro e decidimos pela parceria com a Alux (ASA) para importação destinada ao mercado nacional", afirma.
Monteiro diz que a Alujet tem intenções de desenvolver tecnologia para produção de rodas forjadas no Brasil e que a empresa já tem estudo de investimento em uma forjaria brasileira.


"As rodas que estamos importando possuem tecnologia moderna, suas bordas são arredondadas, proporcionando maior segurança contra os estouros de talão", destaca Monteiro.


Com fábrica no México, a Alcoa retomou os negócios de rodas forjadas de alumínio para ônibus e caminhões no Brasil desde o final de 2003. Hoje a empresa tem fortes canais de distribuição em grande parte do território nacional. Segundo o responsável da Alcoa pela divisão de Rodas na América do Sul, Eduardo Lacerda, atualmente são mais de 300 pontos de venda do produto (incluindo 20 truck centers), em duas grandes redes distribuidoras de pneus e concessionárias de caminhões e ônibus nas regiões Nordeste, Centro Oeste, Sudeste e Sul do Brasil.
Os investimentos também foram direcionados para a mão-de-obra nos pontos-de-venda e mais de 400 pessoas receberam treinamento da Alcoa para atendimento aos clientes. "Nos últimos dois anos nomeamos também distribuidores no Chile, Peru, Uruguai e Paraguai. Em 2007, queremos consolidar a rede de distribuição de rodas forjadas de alumínio na América do Sul", afirma Lacerda, que tem como próximos objetivos os mercados da Colômbia e da Argentina.


Lacerda diz que existem rodas da Alcoa que já rodaram mais de dois milhões de quilômetros sem apresentar problemas e é a única no mercado que vem com o selo do teste de resistência estampado no produto. Para reforçar a qualidade, o responsável pelas rodas de alumínio forjadas da Alcoa na América do Sul informa que o produto é vendido com manual de segurança e serviço, tem garantia de cinco anos, sem limite de quilometragem, e que a durabilidade média da roda é de 15 anos.


Única fabricante de rodas de alumínio para caminhões e ônibus com fábrica no Brasil, a Italspeed produz com tecnologia diferente dos concorrentes: alumínio fundido à baixa pressão. O foco maior da empresa está direcionado atualmente às montadoras de caminhões e ônibus, embora também atue junto ao consumidor final. Fábio Carnellos, da Administração de Vendas da empresa, diz que as rodas da Italspeed estão homologadas pela VW Caminhões, em Resende (RJ), para todas as linhas destinadas a plataformas de ônibus.
As rodas Italspeed para caminhões e ônibus já contam com aprovação do laboratório STL dos EUA, além da homologação da própria VW Caminhões do Brasil. "Estamos homologando o produto também no Instituto Fraunhofer, o mais respeitado laboratório de testes da Alemanha e um dos melhores do mundo", revela Carnellos. A Italspeed se prepara para colocar seu produto junto a outras montadoras de caminhões e ônibus, que têm linhas direcionadas ao mercado nacional e à exportação.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Polimentos em Geral.

Dois amigos  de bobeira no sabado aprendem a polir caminhões.
Tonico e Volnei começaram a polir cabines e rodas de caminhões, com o tempo os seus serviços foram sendo aprovados por varios motoristas. Fim de semana as vezes eles conseguem polir 3 a 4 caminhões se já polir um carro as vezes cansa, imagina 4 caminhões! com o preço que cabe no bolso de qualquer um. 150 cabine e 10 por roda com issu levantam fundos para estar aprimorando suas tecnicas e equipamentos.
Melhor lugar para polir seu truck
Indaial sc
Cabine polida
                                                               Rodas Polidas 

Com dedicação e gosto ao que fazem essa parceria já virou quase que irmandade.
Os dois também montaram um flogão, como flogão agora já é uma moda ou mania ou até um lazer no fim de semana ou do dia a dia mesmo, as pessoas levam muito a sério esse estilo de vida são os flogueiros .
Um dos flogs que se destaca nesse mundo de flogs é o Elitedosul.
Com seu design inovador fotos 100%exclusivas  



Pessoas assim como esses dois merecem subir na vida parabéns aos dois, que não desistem de seguir seu sonhos e suas metas.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Volvo FH grafirado

Aerografia em caminhões modificações será ser mais uma moda? Ou apenas questão de estilo?

                                                             Alguns grafites em caminhões
                                                   Pinturas e personalização careca aerografia.

VOLVO FH ALIEN;

manfredini abala só carrão filé


SCANIA 124 Limited Edition



FM pinturas

113H


FH grupo mafia